Escrever literatura é uma arte que nem sempre está atrelada a pura ficção. Os escritores acabam encontrando uma forma para expressar os demônios que palpitam dentro de si. Encontram, então, na literatura essa liberdade para extravasar essas sensações conflitantes, e por fim, expô-las ao mundo sem qualquer receio, mesmo sabendo que poderá receber críticas.
Um dos meus contos, “Retratos de um Passado”, publicado nesse livro, tem uma singularidade muito interessante. A vontade de escrevê-lo surgiu de uma necessidade que poderia denominá-la de “social”. A verdade é que conheci sua personagem, e convivi com a mesma socialmente durante um período de tempo. Devido a suas características nada convencionais acabei me transformando em seu ouvinte, “um pseudopadre” em confessionário nada discreto, meu trabalho, e estarei contando essa história para vocês no decorrer das semanas.
De certa forma, quem tiver a curiosidade de saber como se constrói um conto, perceberá sutilmente através dessa experiência...

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